66 - PAVIMENTO INDUSTRIAL
Numa construção que parece um armazém, com um portão para entrar o tractor e tudo, o que se espera encontrar no pavimento?
Uma betonilha afagada pois claro!
Escolhemos - um pouco às escuras - um verdadeiro pavimento industrial. Um betão C30, composto de brita fina, areia e cimento, foi misturado na betoneira, transportado em carros de mão até à casa, nivelado e, na altura do afagamento, adicionado de um produto endurecedor cujo rótulo é bem explícito: “indicado para pavimentos sujeitos a tráfego ligeiro, tais como parques de estacionamento e caves, oficinas mecânicas, garagens, indústrias ligeiras, confecções, armazéns e cais de cargas e descargas”.
Agora mais a sério, sempre nos foi obvio que a opção sobre o tipo de pavimento deveria recair sobre uma superfície contínua sem juntas. Um espelho da superfície contínua do tecto por assim dizer. A inércia térmica de um pavimento maciço é também, para o nosso caso, vantajoso já que funciona, tal como as paredes, como acumulador de temperatura.
A massa começou a ser feita às 8h00, pelas 11h00 estava toda nivelada no sítio, às 14h00 já puxava suficientemente para começar o afagamento mas somente pelas 23h00 ficou a ponto de rebuçado. Mais uma jornada contínua a encerrar o valoroso trabalho da Socofirma!
Uma betonilha afagada pois claro!
Escolhemos - um pouco às escuras - um verdadeiro pavimento industrial. Um betão C30, composto de brita fina, areia e cimento, foi misturado na betoneira, transportado em carros de mão até à casa, nivelado e, na altura do afagamento, adicionado de um produto endurecedor cujo rótulo é bem explícito: “indicado para pavimentos sujeitos a tráfego ligeiro, tais como parques de estacionamento e caves, oficinas mecânicas, garagens, indústrias ligeiras, confecções, armazéns e cais de cargas e descargas”.
Agora mais a sério, sempre nos foi obvio que a opção sobre o tipo de pavimento deveria recair sobre uma superfície contínua sem juntas. Um espelho da superfície contínua do tecto por assim dizer. A inércia térmica de um pavimento maciço é também, para o nosso caso, vantajoso já que funciona, tal como as paredes, como acumulador de temperatura.
A massa começou a ser feita às 8h00, pelas 11h00 estava toda nivelada no sítio, às 14h00 já puxava suficientemente para começar o afagamento mas somente pelas 23h00 ficou a ponto de rebuçado. Mais uma jornada contínua a encerrar o valoroso trabalho da Socofirma!








10 comentários:
Já está quase... :P
Já dava para dançar no deck, agora dá também para dançar na betonilha.
Com estes cenários só falta ver o Ballet Gulbenkian a atravessar a porta do tractor no dia da inauguração do armazém.
Força!
Oh Jotinha, desculpa a franqueza mas acho que desta vez não te saíste lá muito bem... Por mais que te custe, o BG foi extinto e portanto tal coisa é impossível... Agora que há muito espaço a convidar um passo de dança, ai isso há... ;)
Então, já cheira a tinta?...
Compartilha homem, vá lá!
Espiando
Esmeralda
Fui lá ontem e ainda não cheira a tinta. Esteve a equipa do electricista esta semana, anda-se a envernizar o valcromato (revestimento da cozinha e casa de banho), deu-se o primário no pladur do tecto, afinam-se pequenas coisas, envernizou-se (primeira demão) o betão no exterior. Tudo pequenos trabalhos que consomem tempo mas são pouco vistosos. E o mau-humor do dono da obra - que anda stressado - não tem ajudado.
Estou certo que em breve haverá por aqui novidades!
Perdoe, não será vontade de aí estar?
Esmeralda
Boa tarde, Reparei que colocaram um plástico á volta das paredes. Foi para proteger a parede da sujidade, ou da humidade do betão que pode danificar o estuque?
Como é que fica a junta entre pavimento e parede? Reparei que não tinha rodapé. Há alguma preocupação especial na colocação do plástico? Obrigado
Caro João,
tanto quanto me recordo o plástico era de facto para proteger a parede de salpicos de betão, e se calhar da humidade! (pode ser que algum dos técnicos depois acrescente alguma coisa, mas acho que acertou em cheio)
A casa não tem de facto rodapé, tem as ripas de madeira que vão até ao chão, ficando um espaço de 1 a 3 milímetros entre o chão e a primeira ripa.
Quanto à colocação do plástico, tentou-se que o mesmo ficasse acima da linha do betão, para não ficar nenhuma parte presa. A linha onde terminava o plástico era bastante exacta e fazia a transição entre a parede e o chão.
De qualquer forma, eu sou só o dono, nada especialista nestas coisas. Vamos ver se consigo que o Arq. Francisco Freire também comente a sua questão.
Bravo Pedro, está tudo muito bem explicado! Só me resta acrescentar que o plástico só serviu de facto para proteger as paredes dos salpicos, e não da humidade do betão líquido. Esse problema ficou resolvido quando, previamente à aplicação do betão, retirámos a primeira ripa do tabique (o tal "rodapé" por assim dizer). Uma vez seco o pavimento, recolocou-se a ripa e "matou-se" a junta.
Enviar um comentário